Plano de Actividades

É um objectivo prioritário da AMES, de há uns anos a esta parte, o reforço e a consolidação do apoio técnico e de consultoria à Câmara Municipal de Sintra, com especial enfoque na vertente da eficiência energética, da utilização de energias renováveis e da protecção ambiental.

 

Salientamos a proposta de reavaliação das várias infraestruturas municipais ao nível do cumprimento dos novos regulamentos RCCTE e RSECE, envolvendo a realização de diagnósticos energéticos e apresentação de soluções objectivas visando a utilização racional de energia.

 

Por outro lado, no sentido do desejável incremento de fontes de energia renováveis e de acordo com a Directiva Europeia 2003/87/CE sobre o Comércio Europeu do Carbono, com início em 2005 permite transaccionar direitos de emissão de gases com efeito de estufa (GEE), configurando-se numa forma económica de cumprir o Protocolo de Quioto, sugerimos a elaboração da Matriz de Carbono adstrita aos edifícios afectos à CMS.

 

Projectamos a continuidade do projecto “Eco-ConSelho”, através dos já existentes pontos de atendimento aos cidadãos, e de outros que venham a ser criados pela CMS, através da presença de técnicos da AMES e o esclarecimento dos munícipes através da linha verde de atendimento “Eco-Linha”. Este serviço continuará a permitir analisar diversas questões afectas às problemáticas da energia, ambiente e ruído.

 

Na área da Educação salientam-se as acções de formação e sensibilização, no plano energético e ambiental junto dos jovens, dos seus docentes e também desde há um ano, com uma nova valência, a dos idosos. As acções mencionadas exigem meios didácticos adequados, como materiais, kit´s e jogos educativos nas várias vertentes energéticas e ambientais, objectivando atingir um nível elevado de sensibilização.

 

A nossa convicção é que com este plano de actividades o Município de Sintra continue a participar em acções de formação e divulgação que objectivam a utilização racional de energia e a promoção de energias renováveis, assegurando a credibilidade da autarquia no que se refere à gestão do ambiente e à garantia de políticas enquadradas numa cada vez maior prioridade do País de procurar e definir soluções que reduzam a dependência energética do exterior.